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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Dos reencontros


Numa conversa internética casual *Fulano ouviu(?) de *Beltrano a pergunta:

_Conheceu a *Cicrana de Tal?
A imagem veio imediatamente. Quantos anos, mesmo, sem notícias?

_Estudei com ela. Éramos quase amigos, na verdade. Gostava dela, mas não a vejo há anos. Por que?
_Sonhei com ela.
_Mesmo? Engraçado... Não tenho nenhuma lembrança de vocês dois juntos.
_É porque a gente nunca trocou mais do que "oi".
_Hmmm... Suspeitei desde o princípio.
_Cê faz ideia de onde achá-la? E-mail, orkut, sei lá.
_Olha, se essa década não mudou a cabeça dela, orkut não tem. Mas e-mail não deve ser
impossível de descobrir. Tentemos.

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algum tempo depois - que pode ser de um dia, ou um mês, nunca ficou claro:

_Achei o orkut da irmã dela. Quer?
_Yeap! Manda.


E-mails pedidos, contatos feitos, conversas mantidas entre Beltrano e a referida moça.
Ela entra em contato com o Fulano, já que eram, dez anos antes, o que se poderia chamar de amigos.
Mais um par de e-mails trocados. Ele, que se lembrava - por uma seqüência estranha de fatos - que Cicrana era sua vizinha,
apareceu na casa dela sem aviso, causando óbvio estranhamento.
Como qualquer pessoa que pode dizer "ficamos amigos dez anos atrás,
ainda adolescentes, no colégio", ele já se decepcionara com reencontros.
Felizmente não foi esse o caso.
Sorvete, conversas e a constatação de que esse tempo sem contato foi uma pena.



Porque dizem que essa coisa de relações interpessoais, contato com personagens do passado e coisa e tal parece ser boa.

*Os nomes são fictícios.
=P

3 comentários:

Joyce Pfrimer disse...

Acho bom reencontrar "cicranas de tal"!

=)

carmim disse...

eu também gosto de reencontros!

tipo, aquelas que não têm absolutamente nada pra falar.

Cachorro de 3 pernas disse...

Se esse reencontro é o que eu penso que é, eu também ia gostar :P