Páginas

.
.
.
.
.
Mostrando postagens com marcador comidice. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador comidice. Mostrar todas as postagens

sábado, 5 de novembro de 2011

dos usos da comida



Eu amo comida. 
"Novidade!", dirá quem já conversou meia hora comigo, quem sabe das mudanças que fiz recentemente na minha vida, quem lê o Conge há algum tempo ou quem frequenta o Flocos Crocantes.
O lance é que eu fui lavar um pêssego hoje e me lembrei da minha falecida avó. Quando queria me agradar, ela fazia compota de pêssegos, um frango mui sensacional que era empanado com queijo, ou coalhada seca. Ou os três. Minha mãe usa amêndoas confeitadas para este fim. Tendo aprendido a viver num mundo em que agradar às pessoas de quem se gosta é hábito, internalizei a coisa de modo brutal e faço carne com molho de queijo para a mãe, batatas para a irmã e bolo de mandioca para a afilhada.
Gosto de ver as pessoas comendo, se for algo preparado por mim, gosto mais ainda. [Oi, Narciso, é você?] Talvez isso aconteça porque eu realmente aprecio comida. Já levei muita bronca por me distanciar da conversa e esquecer que existia no mundo qualquer coisa além do que eu comia.

Quando estudava História da Gastronomia, me interessei muito pelo momento em que o alimento deixa de ser uma necessidade estritamente fisiológica e passa a funcionar como elemento social, agregando - e mesmo causado discórdia - entre pessoas.
Comida para impressionar; comida como paliativo para dores, para algumas faltas; comida como demonstração de cuidado, de carinho, comida como agradinho e até comida como arma de sedução. Ela se presta a vários papéis e, se nada mais interessar, ainda tem o conforto físico que ela pode proporcionar.

Revendo minhas últimas escolhas, percebo que acertei várias delas - ou que elas têm potencial para não darem em merda - e a de fazer de um prazer a minha profissão parece ter sido a mais correta. Vamos acompanhar.

Ali em cima, onde falei das coisas que algumas pessoas minhas gostam de comer, deixei de citar o Miguel. Ele é a criança que mais curte bolos no mundo e come com cara boa de dar invejinha. E tem um adicional de fofura, claro.  

Meguel, que confeitou e comeu o bolo mais melequento da cidade.

Eu vivo pra isso. :)



sábado, 20 de agosto de 2011

dos auxílios



_Lu, quer me ajudar a fazer um bolo?
_QUERO!
_Que que a gente tem que fazer primeiro?
_LAVAR AS MÃOS!
_Nãaao. Tem que prender o cabelo antes.
*séria e taxativa* _Mayra, a gente tem que lavar as mãos. 
_Tem. Depois que prender o cabelo. Vou prender o seu do mesmo jeito que eu prendo o meu na faculdade, tá? Vem cá. 
Começa o ritual de prender tooodo aquele cabelo liso, grosso e que está passando da cintura da criança. [note to self: temos mais um motivo pra visitar a tia Ivone. E logo]. Amarra um rabo de galo:
_Mayra, tem um jeito muito bom de prender meu cabelo, sabe? 
_É mesmo? Como?
_Pega um elástico, sabe?
_Que tipo de elástico?
_Daquele branco. 
_Hmmm... branco? Igual àqueles que a vovó usa nas costuras? 
_É. Aí você pega o elástico, amarra ele em volta do meu cabelo, faz um laço e pronto! Fica preso o dia inteiro.
_É a vovó quem prende o seu cabelo assim? Antes de você ir pra escola?
_Ahãm. Como você sabe?
_Ela fazia no meu também. *sussurra, pra vó que está na sala não ouvir* Ela nem tem criatividade pra prender cabelo, né?
*visivelmente consternada* _ É! Ela nem pensa mais pra prender o cabelo da gente!
Daí prende a franja com tic-tacs, pega a bandana. Luísa faz cara de desentendida e de quem não quer usar um lenço na cabeça. 
_ISSO AÍ?
_É, uai. Pro cabelo não cair na comida. 
_Comida?  A gente não ia fazer bolo?

TÓIM!


E a minha ajudante é muito, muito eficiente. Tenho provas fotográficas disso.

Lava-louças pra quê?


*A quem interessar possa: a receita do bolo feito hoje está no Flocos Crocantes. :)

quarta-feira, 25 de maio de 2011

das coisas que eu tenho pra contar


  
Oi, meu nome é Mayra e eu tô aqui pra falar de coisa boa.Vamos falar da iogurteira Top Therm?! 

Tenho coisas pra contar pra vocês.

Primeira coisa: Como uma pessoa muito importante me disse que não tá conseguindo comentar no Conge, instalei o Intense Debate, então agora você pode logar com os botõezinhos aí embaixo ou simplesmente colocar o seu nominho e comentar sem logar. Pode ser que fique meio lentinho, mas devagar se vai ao longe, meusa!  Gente, isso é pra vocês comentarem, sim?

Segunda coisa: O Ivan Filho disse outro dia que queria um carrinho HOT WILSON. Vou comprar pra ele, mas ainda não achei em nenhuma loja.=P

Terceira coisa: arrumei uma infecção de garganta na semana em que eu teria que apresentar um trabalho no auditório da faculdade, ir a um show, apresentar trabalho na sala de aula e ir a uma festa em uma chácara. Quer dizer, né? O bróder do 1o trabalho disse que queria apresentar sozinho. Belê, me liberou pra ir doente ver os shows e passar vergonha com mulé mal comida e mal amada. Cês sabem que Síndrome da Mal Comida é meio que uma versão feminina da Síndrome do Pinto Pequeno, né?  Nêgo pode ter um pinto enorme e ela pode ter o namorado com o melhor serviço da cidade, que se sofrerem da síndrome, adeus. Passei carinho, fui chamada de "gostosa demais", revi um monte de gente bacana, ganhei dois sorrisos derretedores do gelo mais congelado, falei besteira e agora tô aqui com a garganta explodindo, o estômago ferrado de antibiótico e de boa na vida. Ou quase, né? Não mudei de personalidade.

Quarta coisa: Cês viram que eu tô participando de um blog culinário-gastronômico? Ele tem o sugestivo nome de Flocos Crocantes pra todo mundo completar a frase [antes e depois das duas palavras] e ficar com vontade de comer Chokito. Oh, wai, isso é um particular meu. O blog é uma colaboração entre a Luana e a Bruna, que gentilmente me chamaram pra integrar o time. Todos lê e todos come!

Quinta coisa: Finalmente coloquei aqui - e lá - o selinho do Belezhnik. Também foi colaborativo e entraram a minha irmã ruiva Joyce e meu parça de tramoias na vida, o Alesqui. Queridos, cês sabem que eu agradeço de coração, né? Pois é. Agora todo mundo copiando e colando pra espalhar, que aí eu vendo muitos caderninhos e posso viajar bastante e visitar vocês. E lembrem-se que bros amigas nós vaz breça baratinha. =D






Sexta coisa: ih, esqueci.


Sétima coisa: Agradecimento especial à Tadsh, que, não só deixa eu ser amiga do marido dela, como me deu a ideia pra fazer o post e testar o esqueminha de comentários. 



Tá bom de coisa, né? 
Boa noite. :)







segunda-feira, 28 de março de 2011

das receitas roubadas



Em algum momento do ano passado o Technicolor Kitchen, food blog da fofíssima Patrícia caiu na minha timeline, muito provavelmente pelas mãos da Lilian, mas isso não pode ser provado. A receita do post em questão era um bolo de limão com casquinha quebradiça de caramelo. Fiquei encantada com a receita, com as fotos, e com a similaridade dos nossos gostos. Tem tanta coisa com limão e maçãs, que eu passei dias, vejam bem, DIAS lendo os arquivos e tirando print das receitas que mais me interessavam - trabalho cansativo, porque, olha, era receita! Minha única dificuldade era com as receitas com limão siciliano, que não é a coisa mais fácil de achar por aqui, então me passavam vontade.
Essa semana, comprando os vegetais que deveria levar para a minha primeira aula prática na faculdade, dei de cara com umas bandejinhas de limão siciliano, também conhecido aqui em casa como limão do pitoco oblíquo ou limão de desenho animado. Não tive dúvida, comprei e vim pra casa pensando nos bolos que poderia preparar com eles.
Havia um compromisso no domingo à tarde e eu prometera cupcakes aos envolvidos. Bolo de limão it is! Ia preparar uma versão desse bolo aqui, o todo-dia da minha casa, mas no meio do caminho tinha uma pedra lembrei da primeira receita que vi no TK, observei que eu tinha ingredientes para fazê-lo e mandei bala.
As alterações que fiz foram na calda de limão e no caramelo, porque eu não tinha cremor tártaro em casa, além de ter colocado um bocadinho de baunilha na massa.

Agora é a hora em que você coloca o Diorama pra tocar.

Para o bolo:
2 ¾ xícaras (385g) de farinha de trigo;
1/3 xícara (46g) de farinha para bolos [de cada xícara de farinha de trigo, retire duas colheres de sopa e acrescente duas colheres de amido de milho];
½ colher (chá) de fermento em pó;
½ colher (chá) de bicarbonato de sódio;
¾ colher (chá) de sal;
1 xícara (226g) de manteiga sem sal, em temperatura ambiente;
2 xícaras (400g) de açúcar refinado [usei de confeiteiro, porque o refinado acabou];
raspas da casca de 2 limões sicilianos;
2 colheres (sopa) de suco de limão siciliano;
4 ovos grandes;
1 xícara menos 2 colheres (sopa) de buttermilk – misture bem antes de usar;
1 colher de sobremesa de essência de baunilha.

Para a calda de limão eu me baseei nessa outra receita, só que como queria beeem azedinha, aumentei o limão:
4 colheres de suco de limão siciliano + raspas para decorar;
4 colheres de suco de limão taiti + raspas para decorar;
2/3 de xícara de açúcar de confeiteiro.

E ainda a caldinha de caramelo:
1 xícara de acúcar refinado [usei cristal, porque é o que costumo usar, mesmo];
2 colheres [sopa] de água.

Coloca Tuna In The Brine pra tocar e o forno pra aquecer em 180° C enquanto unta generosamente com manteiga uma forma de furo no meio.
Peneire as farinhas, o bicarbonato e o sal numa tigela média e reserve.
Bata a manteiga na batedeira em velocidade média por 3 minutos e acrescente o açúcar em 3 adições, batendo por um minuto entre uma e outra. Ainda batendo acrescente as raspas, o suco de limão e a baunilha. Junte os ovos, um a um, batendo por 30 segundos após cada adição. Diminua a velocidade e acrescente os ingredientes secos em 3 adições e o buttermilk em duas, intercalando os dois. Comece e termine com os secos. Não se esqueça de raspar as laterais com uma espátula, pra não ficar farinha FORA da massa.
Coloque na forma preparada, dê uma alisadinha cantando Without You e leve ao forno por 55 minutos, ou até crescer. Faça o teste do palito pra garantir que tá tudo bem. 

Bolo no forno, faça a calda de limão. Essa eu fiz meio na tora. Sou péssima com esse tipo de calda, mas preciso tentar, né? O resultado foi bacana.
Coloque a água e o açúcar numa panelinha de fundo grosso e misture. Leve ao fogo baixo sem mexer e deixe começar a caramelar. Quando já existir uma textura de caramelo, mas antes de ficar dourado, COM MUITO CUIDADO coloque o suco dos limões e mexa até incorporar e apague o fogo. 
Quando o bolo estiver pronto, pincele-o com a calda e deixe esfriar completamente.

Agora, a calda de caramelo:
Mesmo procedimento da calda aí em cima, mas deixando tomar cor. =D
Gire lentamente a panela pra esfriar um pouquinho o caramelo enquanto escuta World Upon Your Shoulders e, com o bolo sobre prato de louça ou metal, cubra-o cuidadosamente com o caramelo.

 Segundo a Pati, bem mais organizada que eu, rende 16 porções. Eu diria que rende um pouquinho mais, já que coloquei metade da massa em forminhas de cupcake e metade na bundt e obtive 12 cupcakes e um bolo pequeno. Coloquei o caramelo só no "grande", porque queria cupcakes confeitados, mas não tenha dúvidas: o caramelo combina muito melhor com o bolo que só o chantilly [apesar de que aparentemente a Patrícia comeu o dela com creme. Se bem que o dela deve ser de verdade, então aposto que é melhor que o meu. =P].


Penso nas fotos do TK e quase desisto de postar as minhas.


Estou absolutamente encantada com essa receita. Meus bolos ficaram um pouquinho além do que deveriam no forno e adquiriram uma inacreditável casquinha por cima. Quando mordi o primeiro bolinho, sem calda nem caramelo, quase tive um ataque de felicidade no meio da madrugada. O bolo fica perfumado e bonito, além de super macio. Amor define.






terça-feira, 15 de março de 2011

das grifes



Olá, anotativo leitor!

Tem uma coisa rolando e é a seguinte: como todos alguns de vocês se lembram, minha mãe faz aqueles caderninhos bem legais. Certo? CERTO? Agora os cadernos têm grife! E com um nome bem bacana: BELEZHNIK. 
Belezhnik é uma palavra em húngaro que significa... caderno. Sou poliglota? Sei usar o Google Translator? A palavra tem um quê de BELEZa? Soa bem? As pessoas vão consegur falar isso? Essas são questões que ficarão em nossas mentes e só o tempo, esse cretino amigão, irá responder.
Outras perguntas, no entanto, eu posso responder agora. A saber:

P: Sua mãe continua fazendo os cadernos?
R: Sim. De vez em quando eu ajudo, mas prometo não derrubar suco de amora na mesa outra vez.

P: Vocês têm um blog de verdade, ou só ficam aproveitando o espaço do Congeminemos?
R: Temos um blog, com o criativo nome de BELEZHNIK, que até o momento só tem um post e ainda é copiado do que eu fiz pro Conge, mas vale como blog, ok? Ok.

P: Cê vai copiar esse post pra lá também?
R: Claro que vou. Essa semana eu tenho um trabalho sobre a influência portuguesa no País pra apresentar, preciso cortar o cabelo, comprar tecido pra fazer umas bandanas [serei uma gastrônoma com bandana de caveiras. muuaaah], dar uma passadinha na costureira e cortar muitos quilos de batata. Não dá tempo de fazer outro post, né?

P: Quem fez aquele banner absurdamente lindo e fofo?
R: A mesma pessoa que fez a minha menininha aqui, a queridíssima irmã ruiva Joyce.

P: Ouvi dizer que você fez um flickr só pros cadernos, como se o seu já não fosse só pra isso. Como você explica esse exagero de informação?
R: É que Congeminemos não é uma palavra das mais comuns. Nem Belezhnik, né? Daí eu pensei que se fizesse tudo com o mesmo nome, facilitaria a vida dos meus clientes desmemoriados - nem todos são, mas se eu já tive que refazer a senha do gmail 4 vezes essa semana, quem garante que as pessoas se lembrem de palavras bizarras?.Facilita, não facilita?

P: Como assim, tudo? Cê fez mais alguma coisa com esse nome?
R: Eu sou incansável, né? Fiz e-mail, Twitter e Orkut até o momento. Pode ser que mais pra frente saia um Tumblr também, mas vamos ver. Desse jeito a vida virtual dos cadernos tá mais agitada que a minha.

P: Cê não acha que esse desfiado da sua calça, na altura da coxa, tá grande demais, não?
R: E que raios isso teria a ver com cadernos?

P: Não sou eu quem faz as perguntas aqui?
R: Tá bom, tá bom. Mas atenha-se ao conteúdo, por favor.


P: O que sua mãe acha desse tipo de divulgação?
R: Olha, eu espero que ela goste, porque escrever asneira é a única coisa que eu faço com algum nível de confiança, além de bolo de limão e risoto. A gente trabalha com o que tem.


P: Algum famoso já comprou caderno de vocês?
R: Claro! A Cachorra manca,  Letícia, a Cris, a Marina, a outra Marina, o Heitor e a Solin, além da Lilian, que, preciso dizer, é provavelmente a pessoa mais famosa de São Paulo. Dá uma checada: ela é amiga de todo mundo. Eu tô esquecendo de alguém, mas, por favor, entenda, a essa altura da vida já não há memória que me aguente.

P: A não ser pelo Heitor, todo mundo aí mora em cidades diferentes, né? Qual o processo?
R: Aqui no Brasil existe essa coisa avançadíssima chamada Correios e Telégrafos. Duvido que eles ainda usem os telégrafos, mas não ligo. Acho um nome eloquente. Eles dão uma mãozinha na hora de entregar. Cobram uma ajuda de custo, mas nada muito alto.

P: Quer dizer que vocês vendem pra fora?
R: Isso me parece uma pergunta capcioosa, manda outra.

P: Não, acho que já tá tudo aí. Se algum potencial comprador tiver dúvida, deve se dirigir a quem?
R: A mim, aqui no blog, no meu Twitter, Facebook, ou e-mail, ou ainda, a mim, mesma no blog, no Twitter, no Orkut e no e-mail da Belezhnik.

P: Certo. Quer deixar um pensamento pros leitores se deliciarem com a sua sabedoria e conhecimento de frases fodas atribuídas erroneamente a filósofos e escritores?
R: "A vida, sem cadernos, seria um erro". É do Nietzsche.

P: Ok, Boa noite e muito obrigada pela entrevista encantadora.
R: Por nada. Não esquece de revisar o português, viu?


Taí. Se alguém tiver alguma outra pergunta, já sabe onde procurar a resposta.

Agora vem o legal, leitores queridinhos. 
Eu peço que vocês compartilhem, divulguem e colaborem pro ESPALHO da Belezhnik e, em troca, daqui a uma semana, eu sorteio 3 cadernetas pra 3 pessoas que comentarem aqui e seguirem .



É legal, não é?
Diz que sim,  vaaai!

Siiiiiiim?




sexta-feira, 4 de março de 2011

dos popcakes


Eu não ia postar essa receita de hoje por conta das fotos, que ficaram uma bosta. Acontece que faço esse bolinho há muito tempo e nunca consegui colocá-la no blog. Geralmente o uso para fazer cupcakes, mas dessa vez fiz grandão, usando a forma que a Lilian, aquela linda, me deu de presente. Eu poderia ter feito metade da receita, porque cresceu tanto, que pegou na resistência no "teto do forno" e ficou com umas marquinhas, mas como ele foi desenformado, virei de cabeça pra baixo e ficou tudo de boa. Saí em desespero atrás de uma cobertura de iogurte. Achei umas, misturei as ondas e fiz a minha própria. Ficou bem gostosa e como é bem neutra, pode ser usada com outros bolos. A geleia apareceu depois, quando lembrei de que havia um pouco no freezer. 
Bom, a receita é uma variação do pão-de-ló que minha mãe faz desde sempre, adaptada ao meu recente vício por iogurte. Tem uns dois anos que coloco iogurte em tudo que eu acho que pode aceitá-lo. Pouca gente o rejeitou até o momento. O nome do bolo é PUPCAKE DA JULINHA, porque foi batizado num momento de bebedeira, na despedida de solteira da dita Júlia e isso deve ser explicação suficiente.


Vamos ao bolo:

5 ovos, separados;
2 potinhos [220 g] de iogurte de frutas vermelhas [o bolo aceita até 4 potinhos sem problema nenhum];
2 xícaras de farinha para bolos [para cada xícara de farinha, retire uma colher de sopa de trigo e acrescente uma de amido de milho] ;
2 xícaras de açúcar refinado;
2 colheres [sopa] de fermento em pó;
1 colher [sopa] de essência de baunilha.
100 mL de leite

Bata as claras em neve e reserve. Junte a farinha e o fermento e reserve também. Pré-aqueça o forno a 200 graus. Unte e enfarinhe
Bata as gemas, o iogurte, a baunilha e o açúcar até que ele se dissolva. Adicione aos poucos, ainda batendo, a farinha com o fermento e o leite. 
Transfira para a forma ou forminhas de muffin forradas com papel e leve ao forno por aproximadamente 40 minutos, até dourar. Faça o teste do palito.

Enquanto o bolo assa, vamos para a calda:
200 g de iogurte natural [usei desnatado];
90 g de açúcar refinado;
35 g de manteiga;
1 colher [sobremesa] de essência de baunilha;
1 colher [chá] de amido de milho;
1 colher [café] de raspas de limão;
1 gemas.
Misture tudo muito bem e leve a fogo baixo em uma panelinha de fundo grosso, mexendo sempre, até engrossar. Reserve. 

A geleia de cereja e morango é a mesma do cheesefake. Tão a mesma que eu simplesmente a descongelei. =)

Bolo assado, desenforme e coloque o creme de iogurte por cima e, depois, a geleia. Ou, como eu fiz, deixe as coberturas à parte - que o bolo é bem saboroso sozinho, mesmo.



   

Rende uma forma grande com furo no meio quase transbordando, ou uma forma retangular [20X40?] ou 25 cupcakes.
*Se você trocar o iogurte por 10 colheres de suco de laranja, fará a receita original. Se colocar iogurte natural, fica ótimo. Se dividir a massa e colocar 4 colheres de chocolate em pó na metade, bater e colocar delicadamente, fazendo desenhos, na massa branca, já na forma, um delicioso bolo mesclado. Se puser chocolate em tudo, já sabe. Suco de maracujá e limão também podem entrar no lugar da laranja. A criatividade pode ser muito bem usada aqui. :)



domingo, 26 de dezembro de 2010

dos fakes




Das infinitas várias coisas que eu gosto de comer, cheesecakes e similares estão entre os mais mais. Ganhei uma geléia caseira muito infinitamente deliciosa de amoras e ,de cara, pensei em misturar a uma de morango, também caseira, e fazer um cheesefake - que é o meu cheesecake, só que com ricota.
Andando no mundo, lembrei de umas cerejas que vi no mercado, corri lá, comprei e resolvi acrescentar à ideia da torta, que foi tomando uma forma bem interessante na minha cabeça. Tentei lembrar das receitas que já usei, fui na mira e, fazendo as mudanças que achei adequadas, cheguei nisso aqui:

Cheesefake de frutas
massa:
175 g [1 pacote] de biscoito tipo maisena;
1 colher bem cheia de manteiga em temperatura ambiente

creme:
150 g de cream cheese [1 pote]
260 g de coalhada [2 potinhos] 
1 lata de leite condensado
80 mL de leite
400 g de ricota 
1 colher [sopa] de essência de baunilha

cobertura:
200 g de geléia de amora
400 g de geléia de morango + cereja 
[eu fui bem exageradona com a geléia. pessoas normais podem maneirar um pouquinho, se quiserem]

Faça a massa processando o biscoito e misturando à manteiga até virar uma farofinha. Forre fundo [e laterais, dependendo do tamanho] de um refratário e reserve. 

Acenda o forno e deixe-o lá se aquecendo, bem quentinho.

O creme: Corte a ricota em tiras ou cubinhos. No líquido-de-ficador bata os outros ingredientes e vá acrescentando a ricota aos poucos - se for muito rápido, pode da POBREMA com a hélice (?). Despeje GENTILMENTE esse creme sobre a massa e leve ao forno até ficar firme e começar a dourar as bordas - uns 20 minutinhos, mais ou menos.
Retire do forno e deixe esfriar completamente.

Cobertura: Como eu disse, a geléia de amoras foi ganhada, mas o esquema para fazê-la não difere da outra. Apenas foram acrescentadas canela em pó [uma pitadinha] e um pouquinho de raspas de casca de limão. 
A de morango e cereja foi feita assim:
1 caixa de morangos;
1 pacote de cerejas frescas isso deve dar uns 400 gramas, mais ou menos;
4 colheres de açúcar cristal;
1 colher de café de essência de baunilha.
Retire as sementes das cerejas e corte-as. Corte os morangos também. 
Coloque numa panela de fundo grosso com o açúcar e a baunilha e leve ao fogo, sempre baixo, mexendo de vez em quando, apenas para não grudar nas laterais da panela. Cozinhei apenas até as frutas ficarem macias e não deixei a calda secar completamente.
Observem que eu não gosto de geléia muito doce, então o açúcar é só pra rolar a caldinha e a conservação.  
Caso use, como eu fiz, mais de uma geléia, aqueça-as, para que se misturem melhor e, depois de frias novamente, cubra o creme  ricota. 


Sirva gelada, se conseguir esperar. :)





*Fiz duas travessas de aproximadamente 20X10 cm. Forrei fundo e laterais de uma, mas de outra, só o fundo. O creme  e a geléia foram suficientes para as duas tortas terem camadas generosas.  
Tô encantada com o resultado e minha modéstia foi pro ralo quando comi o primeiro pedaço. =P



segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

dos biscoitos maravilhosos



Eu tenho um amor por limão, sabe? Houve uma época em que colocávamos [minha irmã e eu] limão no caldo de feijão. Pode ser que fosse só pra rimar, o fato é que hoje só faço isso se ninguém estiver vendo.
Tal amor se extende a produtos de limão e, a não ser por algumas bizarrices, gosto de produtos limonados [oi?]. Aí, vejam bem, estava passando ali na Patrícia pra conferir qual seria minha vontade dessa vez [sim, porque sempre saio de lá com vontade de comer alguma coisa] e no meio da receita tinha um link, que deveria ser para ilustrar a forma de enrolar a massa, mas... Não consigo descrever o fascínio que essa receita me causou. Biscoito amanteigado de limão, que não precisa ser sovado, todinho feito na batedeira. Era a glória! Ou, pelo menos, meus punhos podres acharam isso. 
Hoje fui fazer alfajores e lembrei do biscoito de limão, que, OLHA, são provavelmente os melhores que já fiz. Quiçá os melhores que já comi. E são assim:


  •  150 g de manteiga sem sal, em temperatura ambiente
  • 1 xícara de açúcar de confeiteiro
  • Raspas de 2 limões
  • 2 colheres [sopa] de suco de limão
  • 1 colher de extrato de baunilha [usei essência, porque... né? =( ]
  • 1 xícara + 3/4 + 2 colheres [sopa] de farinha de trigo [essa foi a medida mais estranha que já vi na vida]
  • 2 colheres [sopa] de amido de milho
  • 1/4 de colher [sopa] de sal coarse [seguinte: eu já tava preparando o biscoito e isso havia escapado à minha atenção. Pesquisinha rápida e vi que era uma vibe kosher, de grãos um pouco maiores e sem o iodo do sal de cozinha, o único sal que eu tinha em casa. Coloquei um pouquinho menos do que a receita pedia e parece não ter dado errado]


Coloque a manteiga e 2/3 do açúcar na tigela da batedeira e bata até virar um creme fofo e clarinho [eu recomendo misturar antes, pro açúcar não cobrir a cozinha toda. Adicione a baunilha, as raspas  e o suco de limão e bata novamente, até afofar de novo.
Misture em outra tigela a farinha, o amido de milho e o sal. Vá adicionando aos poucos à mistura na batedeira, sem parar de bater, até homogeneizar. 
Divida a massa em duas partes. Abra um pedaço de papel manteiga e, sobre cada um faça um rolinho que caiba dentro de um rolo de papel alumínio [oi, preguiça de converter medidas]. A massa deve ser enrolada no papel manteiga [do jeito que a Martha ensina lá no vídeo] e posteriormente alocada dentro do tubinho de papelão. Este deve ir para a geladeira e lá ficar por pelo menos uma hora. Idem para o outro rolo. [Eu estava sem papel-manteiga, o que dificultaria fazer o rolão, então dividi a massa em 4 pedaços e fiz cobrinhas mais finas, enrolei bem em filme plástico e levei à geladeira.]

Pré-aqueça o forno.

Tire os rolinhos das embalagens e corte-os em lindas rodelinhas de 0,5 cm de altura e coloque-os em forma [cobri com papel alumínio. Era muita coisa pra assar hoje e nem a pau que eu ia ficar lavando assadeira] e manda ver pro forno. [Deixei na temperatura mínima, porque é o meu jeitinho.]
Asse os biscoitinhos até que dourem levemente, por aproximadamente 13 minutos [os meus demoraram mais e eu os virei na forma, pra ficarem lindos dos dois lados]
Coloque num saco plástico limpo o restante do açúcar. Enquanto os biscoitos ainda estiverem mornos, coloque-os dentro do saco e sacuda levemente, para cobrí-los com o açúcar. Eu usei uma vasilha pra isso e foi tranquilo.





Segundo o site eles duram até duas semanas, se em recipiente bem fechado, mas eu DUVIDO que sobre algum até lá!


A malemolência e o balanço do balé do Simonal tomaram conta aqui. Achei muito adequado pra tão gostosas bolachinhas. =D



domingo, 12 de dezembro de 2010

da teoria do molho de salada




Outubro de 1997 ou 98, não estou certa. Jantar do meu aniversário, em casa, pra família e uns poucos chegados. Minha mãe fez 3 tipos diferentes de carnes, 2 tipos de arroz, saladas variadas e diversas sobremesas. No meio do jantar, cidadão bonito e educado exclama que a melhor coisa era, impressionantemente, o molho da salada. Não que o resto estivesse ruim, mas o molho era a coisa mais maravilhosa daquela mesa.
Era um molho simples, de limão, azeite, cebola, sal e pimenta, mas deixou o camarão e a carne no estracismo.
Isso nunca foi esquecido e sempre que acontece algo semelhante o ocorrido vem à tona.
Hoje eu repassava para minha mãe os elogios referentes à agenda que dei à minha amiga secreta, a coisa fofa da Cris e quando mencionei que ela gostou dos botões na capa, mamãe arregalou os olhos e perguntou: "dos botões?"
Minha resposta foi imediata:
_Tô chamando isso de Teoria Do Molho De Salada.
Ela assentiu e eu não precisei dizer mais nada.

Você vai sair e se prepara com todo aquele ritual, pele, cabelo, roupa e maquiagem. Se joga num top fuderoso e sai sendo a mais gostosa do mundo. Nêgo olha pro seu sapato e diz que ele é fantástico, a melhor coisa que você já comprou na vida!
Escuta aqui, ouve com atenção, você sabe que o seu sapato é massa. Ele é bonito e, por sorte, a encontrou numa liquidação. O sapato te achou, claro. A despeito disso,  na cena em questão ele era um coadjuvante que deveria se manter no seu lugar,  não roubar a atenção.
O filme é fantástico, falas incríveis e aquela sua amiga ficou louca pela cadeira da sala de estar. 
Seu amigo faz um discurso excelente na iniciação da maçonaria e você fica impressionado com a pronúncia de "enciclopédia".

Entendam: a Teoria do Molho de Salada não consiste em desvalorizar o todo, ou o elemento principal. mas em prestar atenção a um detalhe, um pedaço da organização. Precisa ser algo que, a despeito de ser trivial, salte aos olhos de determinada pessoa, tornando-se assim uma maravilha. Para ela.

Exatamente como aquele molho de salada.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

das tentativas de melhorar o dia



Naqueles dias em que o seu Joseph Climber interno já acorda sem as córneas, não há música que resolva a vida - até porque as suas músicas tendem à tristeza de uma forma interessante - e a fome bate assim, tipo um vento noroeste te derrubando da cama não há muito o que fazer.
Eu trouxe de Brasília, porque nunca vi aqui, uns pacotes de preparado para pão australiano. Era um bom começo.
Preparei a massa e lembrando que a minha irmã tem me azucrinado por conta da "manteiga do Outback" resolvi que era a hora de tentar fazer essa bagaça.

Uma vez que minha primeira tentativa de Ausie Bread ficou meio ressecada e não cresceu nada, fiz tudo diferente dessa vez e alguma coisa funcionou. Só não sei qual foi.
A embalagem do preparado pede 180mL de água e 1 pacotinho de fermento seco. Usei um pouco mais de água e acrescentei uma colher de sopa de margarina. Uuuuh! And that's a bingo! Os pães cresceram lindamente, bem mais que o esperado, e me mostraram que eu errei mais uma vez, ao deixá-los muito grandes, já que o cozimento do meio dos pães ficou levemente comprometido. Foda-se. Ficaram lindos e saborosos.

O grande lance, no entanto, foi a tal da manteiga do Outback. Vi aqui uma forma bem simples de se fazer a tal da manteiga e que me pareceu mais confiável que adicionar água gelada à manteiga batida, como indicavam algumas receitas.
Daí eu peguei
meio tablete de manteiga com sal;
duas colheres [sopa] de creme de leite;
uma colher [sopa] de maionese de leite;
uma pitada de pimenta calabresa;
uma colher [sopa] de salsinha picada 
e processei tudo, começando pela manteiga e acrescentando um ingrediente por vez. Em algum momento, logo após a maionese, o creme talhou, mas isso não me fez desistir. Mantive a pose, passei no pão e me surpreendi. Eu sei que a do restaurante não tem pimenta nem salsinha, mas a minha tem. Belê? E ficou escandalosamente gostosa.

Pão quente e manteiga-maionese.





Meu problema agora é que comi demais.
[aposto que isso vai ficar ótimo com batatinhas cozidas.]

terça-feira, 12 de outubro de 2010

dos problemas




O problema de um tremor de terra no Centro-Oeste brasileiro é que vai por água abaixo um paradigma da minha infância e uma sensação de segurança. Mas poderia começar a nevar, que eu não me importaria.
O problema de conhecer "de verdade" pessoas que antes só existiam na vida virtual é que às vezes elas são melhores online. [tô me referindo a mim mesma, já que minhas 3 últimas aquisições são fantárdigas!]
O problema do lero-livro-ver-o-filme-ouvir-o-disco-assistir-ao-musical é que, como os meios de apresentação são diferentes - e as pessoas que decidem o que entra em cada um também -, as minhas partes preferidas nunca ficam só no filme ou só no livro e eu começo a adicionar um no outro. Exemplo prático: não sei mais quais partes do Guia do Mochileiro estão na película [ui!]. Todos os trechos favoritos estão visualizados e, pra mim, tá tudo no filme, que eu só vi uma vez.
O problema de ir a shows de bandas de que realmente gosto muito é que quando acaba eu estou com o coração cheio, uma felicidade que beira a idiotice, de tão grande. Daí nos dias seguintes cai em mim uma sensação de vazio, como se faltasse alguma coisa. Por sorte esse ano tá foda e tem um show atrás do outro, o que me leva ao próximo problema. 
O problema de ter tanto show bom é que nem todos são por aqui e nem todos custam 13 reais [sim, treze reais, né, Moby, seu lindo?], portanto não posso assistir a todos e fica aquela decepção na garganta. Vai vendo. 
O problema de mudar drasticamente alguma coisa na nossa própria vida é que, por mais que se insista em ser lobo solitário, escutador de post-rock, algumas pessoas merecem ouvir o que vai acontecer. E, por mais difícil que seja, uma conversa clara é absolutamente necessária [e, muitas vezes, aliviantes].
Outro problema em mudar drasticamente alguma coisa é que as pessoas ou ficam curiosas, ou preocupadas, ou os dois, e querem saber mais, especialmente se você não estiver interessado em falar. É uma proporção injustamente desproporcional.
O problema em comer maçã é que ela raramente mata minha fome.
O problema em frequentar o Subway que tem perto da minha casa é que eu sou maltratada e sempre volto. Fico me sentindo mulher de malandro.
O problema em me apaixonar por uma música é que as pessoas ao redor enjoam dela, já que não rola limite pro botão repeat. Mesma coisa para álbuns completos - sem contar que com Lastfm, a obsessão fica óbvia.
O problema em eu ter a senha desse blog é que posso escrever abóboras e publicar sem ninguém me impedir. Ó o perigo!





O problema em sentir saudade é ter que fingir que está tudo bem.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

das comidas apimentadas




Quem já comeu da minha comida [ui!] sabe que não tenho medo de temperos em geral. E me amarro em pimenta. E de pimenta para comida mexicana não chega nem a ser um pulo. É um passinho de nada. Comecei com guacamole e fui experimentando. Até o momento não caiu nada em minha boca mãos que me desagradasse. Numa vibe de acabar com todos os congelados e de fazer algo que me atiçasse o apetite, chilli foi a ideia. Com DMB, pra comida ficar feliz e com malemolência [e pra entrar no clima].

Começou assim:


.1 cebola pequena bem picada [pode ser ralada...]
.2 dentes de alho picadinhos [amassados, espremidos...]
.1 colher [sopa] de azeite
.uns 100 g de carne moída
.meia xícara de chá de tomate picado em cubos pequenos
.1 xícara [chá] de molho de tomate
.meia xícara de água
.1 xícara de feijão cozido [sem caldo]
.uma colher [café] de manjericão seco
.uma colher [sobremesa] de orégano seco
.duas colheres [sopa] de cheiro-verde
.cominho
.pimentas variadas
.queijo prato ralado e em cubos
Daí você:
Aqueça o azeite e refogue a cebola, o alho e, em seguida, a carne. Depois que o cheiro já tiver tomado conta da casa, acrescente os tomates e deixe refogar também. Coloque o molho [eu usei, pra ser bem honesta, um molho que eu mesma fiz e congelei. Tinha bacon e linguiça nele. =P], a água, o cominho [olha, eu não gosto de cominho. Então usei um pouquinho de chili - o tempero- , que já tem a praga, e um monte de pimentas], as pimentas, sal a gosto e deixe apurar em fogo médio. 
Quando tiver reduzido um pouquinho, acrescente o feijãoe o cheiro-verde [na minha terra cheiro verde = salsinha + cebolinha] e deixa ali no fogo mais uns 10 minutinhos. Jogue o queijo prato em cubos, misture rápida e levemente e cubra com o queijo ralado.
Seguinte, eu não tinha nem queijo prato, nem pedaço de queijo com o qual pudesse fazer cubinhos, portanto peguei umas 4 fatias de cheddar e 2 de muçarela, fatiei [fatiei a fatia, stalingrado?] e joguei por cima, pra derreter e, olha, não tenho nenhuma reclamação a ser feita. 
O lance dos cubinhos é dica do @alesqui [um pouquinho exagerado no elogio =P], a qual não pude seguir, já que a intenção era acabar com o que eu tinha na geladeira, e não adquirir mais. Vai ficar pro próximo. =~~

Servi com salada de rúcula, cenoura e pedacinhos de gorgonzola, que já tava até com fungos na hora de ser finalizado.
Foi bom pra mim.



A qualidade dessa vez tá boa assim, porque a lâmpada era amarela. =~~