Pois é.
Fui, voltei e queria voltar era pra lá, pelo menos por uns dias.
Começou com piloto engraçadinho que disse que a lua estava cheia e o céu, risonho. Tô te sacaaando, seu piloto. Tô te sacando!
Eu rindo das explicações do aeropovo e a moça do meu lado me olhando com cara de estranhamento. Belê. Mas, sério... como não rir quando a dona diz que "Os assentos de suas poltronas são flutuantes. Em caso de pouso n'água, retire-o e leve-o para fora"? Oi? Sempre aho engraçado imaginar a galera em fila indiana com seus assentos na mão, o avião quase afundado.
Daí o maior clichê: um cara gordo sentado na poltrona do meio, na coluna ao lado da minha. Ele não parava de falar. E de falar das peripércias dele, meudeus! Amei o Steve Jobs como sempre amo nesse tipo de situação, aumentei o volume do iPod e fui ser feliz.
No aeroporto, imagino que eu tinha cara de quem fazia coisa errada, com meu papelzinho [o que cobria a bandeja do lanchinho, hihihi] onde escrevi @ToniBarros, já que seria ele o meu guia e carona na primeira noite paulistana. E ele tinha um @congeminemos. Aaah, Twitter, quantas gracinhas nos rendes!!
Tour por partes bonitas e outras nem tanto da cidade, frapê de côco e Toni 0 X sanduíche 2. Chegando à casa do Fellipe, uma sensação meio onírica. Rever alguém que não se vê há alguns anos é sempre interessante. A gente percebe o que era verdade e o que a cabeça da gente criou.
Noite quase em claro, e na quinta, voltinhas pela cidade. Conheci a Liberdade e gostei demais! Aliás, me senti estrangeira: A Caixa Econômica tem incrições em japonês [ai! será que é japonês, mesmo? Se não for, perdoem minha ignorância, por obséquio] e as lojas de produtos que eu supus coreanos são geniais. Sorvete de melão pra aplacar o calor que parecia desejar derreter as gentes. Tô pensando aqui... só não fui mais estrangeira no bairro oriental, porque, no fim das contas, oriental eu também sou. Meus olhos são o que minha mãe chama de amendoados, enquanto gentes outras dizem que eu tenho olhinho meio puxado e Oriente Médio é muito Oriente . to certo to errado [@Alelex88 feelings]
Ser "chamada" de gringa na Sé foi meio bizarro pra mim. 25 de março e todas as suas tranqueiras altamente desejáveis, pastel de bacalhau no mercadão. Pausa. Putalamierda! Que é aquele pastel, minha gente? Comeria mais dois, mas achei que o Fellipe se assustaria demais e resolvi manter a pose de mocinha. [mentira. Tava me guardando pra sessão gastronômia de mais tarde.] Escondidinho de abóbora e batata com carne seca, camarão e torta de maçãs, porque a gente é gordo e feliz. [As receitas virão, devidamente ilustradas.]
E aí, Exposição do Pequeno Príncipe na Oca do Ibira [fiquei íntima. Parque do Ibirapuera, só quando eu era uma goianavirgem que tinha visto quase nada de São Paulo].
A propósito, aqui cabe um aviso:
SPOILER ALERT!!
Quem tiver problemas com informações sobre coisas não-vistas, pode pular essa parte. Eu aviso ali embaixo quando acabar.
Ok... vou tentar não ser muito tagarela e me limitar a fatos de interesse geral que não agridam os sentimentos de quem ainda vai visitar (?) a exposição.
A exposição é, sem sombra de dúvida, uma das coisas mais lindas que eu já vi na vida. E olha que eu tenho priminhos mais fofos que a asa da graúna [oi?].
Começou com piloto engraçadinho que disse que a lua estava cheia e o céu, risonho. Tô te sacaaando, seu piloto. Tô te sacando!
Eu rindo das explicações do aeropovo e a moça do meu lado me olhando com cara de estranhamento. Belê. Mas, sério... como não rir quando a dona diz que "Os assentos de suas poltronas são flutuantes. Em caso de pouso n'água, retire-o e leve-o para fora"? Oi? Sempre aho engraçado imaginar a galera em fila indiana com seus assentos na mão, o avião quase afundado.
Daí o maior clichê: um cara gordo sentado na poltrona do meio, na coluna ao lado da minha. Ele não parava de falar. E de falar das peripércias dele, meudeus! Amei o Steve Jobs como sempre amo nesse tipo de situação, aumentei o volume do iPod e fui ser feliz.
No aeroporto, imagino que eu tinha cara de quem fazia coisa errada, com meu papelzinho [o que cobria a bandeja do lanchinho, hihihi] onde escrevi @ToniBarros, já que seria ele o meu guia e carona na primeira noite paulistana. E ele tinha um @congeminemos. Aaah, Twitter, quantas gracinhas nos rendes!!
Tour por partes bonitas e outras nem tanto da cidade, frapê de côco e Toni 0 X sanduíche 2. Chegando à casa do Fellipe, uma sensação meio onírica. Rever alguém que não se vê há alguns anos é sempre interessante. A gente percebe o que era verdade e o que a cabeça da gente criou.
Noite quase em claro, e na quinta, voltinhas pela cidade. Conheci a Liberdade e gostei demais! Aliás, me senti estrangeira: A Caixa Econômica tem incrições em japonês [ai! será que é japonês, mesmo? Se não for, perdoem minha ignorância, por obséquio] e as lojas de produtos que eu supus coreanos são geniais. Sorvete de melão pra aplacar o calor que parecia desejar derreter as gentes. Tô pensando aqui... só não fui mais estrangeira no bairro oriental, porque, no fim das contas, oriental eu também sou. Meus olhos são o que minha mãe chama de amendoados, enquanto gentes outras dizem que eu tenho olhinho meio puxado e Oriente Médio é muito Oriente . to certo to errado [@Alelex88 feelings]
Ser "chamada" de gringa na Sé foi meio bizarro pra mim. 25 de março e todas as suas tranqueiras altamente desejáveis, pastel de bacalhau no mercadão. Pausa. Putalamierda! Que é aquele pastel, minha gente? Comeria mais dois, mas achei que o Fellipe se assustaria demais e resolvi manter a pose de mocinha. [mentira. Tava me guardando pra sessão gastronômia de mais tarde.] Escondidinho de abóbora e batata com carne seca, camarão e torta de maçãs, porque a gente é gordo e feliz. [As receitas virão, devidamente ilustradas.]
E aí, Exposição do Pequeno Príncipe na Oca do Ibira [fiquei íntima. Parque do Ibirapuera, só quando eu era uma goiana
A propósito, aqui cabe um aviso:
SPOILER ALERT!!
Quem tiver problemas com informações sobre coisas não-vistas, pode pular essa parte. Eu aviso ali embaixo quando acabar.
Ok... vou tentar não ser muito tagarela e me limitar a fatos de interesse geral que não agridam os sentimentos de quem ainda vai visitar (?) a exposição.
A exposição é, sem sombra de dúvida, uma das coisas mais lindas que eu já vi na vida. E olha que eu tenho priminhos mais fofos que a asa da graúna [oi?].
Daí que a palavra que eu mais falei no dia foi bonitinho, seguida por lindo e atrás de suspiros variados e vocalizações que podem ser interpretadas por palavrões acompanhados das duas palavras e os suspiros. Chama-se O Pequeno Príncipe Na Oca e faz parte das comemorações do Ano da França no Brasil by the way, por si só já vale o ano todo. Além de resumir a história do livro de um jeito bem peculiar, tem umas partes interativas [será que dá pra chamar assim?]. E acho que a mais bonita é a que mostra como o Príncipe saiu do planetinha dele. Se quiser ver o vídeo, tá aqui. Estão expostos, ainda, originais do Saint-Exupéry, fotos da infância, a família, amigos e a história da vida dele. Muita atenção às referências. Pelo jeito a histórinha contada no livro é quase uma auto-biografia. Hm! E edições do livro em várias línguas [ minha porção pseudotradutora tremeu quando viu aquilo!]. A lojinha tem cada coisa fofa! Dá vontade de comprar tudo. Dois de cada, assim eu teria um pra mim e poderia presentear a geral. Mas não deu. Quem sabe depois...
Saímos mortos de fome, que cultura e fofice também cansam e... Liberdade. Bairro do Liberdade again. Suco de lichia, guiozas, sushi e o melhor mollho de shoyo com gengibre que alguém pode querer comer na vida. Aliás, já vou tentar fazer um por aqui. Eu PRECISO daquilo pra viver.
Mais uma sessão gastronômica. Pizza com massa caseira [habilidosamente preparada pelo Toni] e muffins de pêra que,pelamãedoguarda, preciso comer mais vezes. São fantásticos! [Toni, mesmo que não tenham crescido, ficaram absolutamente deliciosos. E só não colocarei fotos em respeito ao seu pedido. Mas guardo os bolinhos na portinha denominada "coisas inareditavelmente gostosas" no armário do meu coração.] E pessoas! Conheci gentes novas que me agradaram taanto! E olha que não é muito comum da minha parte dizer isso.
Já no sáaabado... Sonic Youth! Sonic Youth! Sonic Youth! Sonic Youth! Sonic Youth! Sonic Youth! e Playcenter.
Saímos mortos de fome, que cultura e fofice também cansam e... Liberdade. Bairro do Liberdade again. Suco de lichia, guiozas, sushi e o melhor mollho de shoyo com gengibre que alguém pode querer comer na vida. Aliás, já vou tentar fazer um por aqui. Eu PRECISO daquilo pra viver.
Mais uma sessão gastronômica. Pizza com massa caseira [habilidosamente preparada pelo Toni] e muffins de pêra que,pelamãedoguarda, preciso comer mais vezes. São fantásticos! [Toni, mesmo que não tenham crescido, ficaram absolutamente deliciosos. E só não colocarei fotos em respeito ao seu pedido. Mas guardo os bolinhos na portinha denominada "coisas inareditavelmente gostosas" no armário do meu coração.] E pessoas! Conheci gentes novas que me agradaram taanto! E olha que não é muito comum da minha parte dizer isso.
Já no sáaabado... Sonic Youth! Sonic Youth! Sonic Youth! Sonic Youth! Sonic Youth! Sonic Youth! e Playcenter.
Fui no diabo do elevador mortífero e não morri. hohoho Em compensação quase caí du uma montanha russa e tive que ir sem óculos na outra. Olha aqui... show bom com brinquedos à vontade é uma iniciativa muito válida e todos deveriam adotar. Serião. Melhor que isso, só se a água não custasse 3 reais e os lanches, duzentos e quinze.
Valeu o tempo e os esforços.
Aos meninos que me acolheram, obrigadíssima. De coração.
Ao que chegou depois, é nóis, mano.
;)
Masp, ficaste pra próxima.
Museu da Língua Portuguesa, idem. Só não senti mais a sua falta, porque quem tá lá é a Cora e a Cora eu vejo a cada esquina no meu próprio estado. Poeta e doceira, quase meu objetivo de vida.
São Paulo, me aguarde, volto logo.
Tati e Joyce, tô mimordendo de inveja de vocês duas. Mas aproveitem a viagem assim mesmo e tragam coisas pra contar.


