Páginas

.
.
.
.
.
Mostrando postagens com marcador bloguice. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador bloguice. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

dos pensamentos





Acompanha-me desde sei lá quando o hábito de escrever. 
Escrever para fugir, para imaginar possibilidades novas, para relatar, para passar o tempo,  mas a função principal da escrita ao longo da  minha vida é colocar as ideias em ordem. Escrever serve ainda para direcionar pensamentos, espremer seu suco, gastá-los, consumí-los, assim eles abrem espaço aos outros que querem chegar ou crescer.
Tenho feito isso desde menina, primeiro com diários, agendas, cadernos comprados só para os "escritos" [houve até época em que tentei poesias, que, definitivamente, não são o meu forte], folhas soltas no fichário e, no auge das merda tudo, até em etiqueta adesiva de marcador de tempo do CESPE. Esse costume foi reforçado quando entrei na faculdade, já que parte da nota de uma disciplina era um conjunto de textos, no mínimo 15, se não me falha a memória, sobre absolutamente qualquer coisa. O trabalho veio muito a calhar, já que foi uma época de mudanças e uma dose sensacional de confusão, as observações tanto me ajudavam a entender quanto me distraíam, quando eram sobre coisas que eu via na rua, ou reclamava do comportamento de alguém.
Reforcei aí o hábito e algum tempo depois, por culpa de dois amigos [briguem com eles] fiz o Conge, exatamente a continuação daquela disciplina da universidade, agora pra um monte de gente olhar. Muito do que escrevo nem vem parar aqui, não tem a função "social", continua tendo, no entanto, o papel de me ajudar na ingrata [mentira] tarefa de compreender a mim mesma, a vida, o universo e tudo mais.

Aprendi, nessa brincadeira, que é interessante tratar pensamentos como roupas: devem ser lavados, bem enxaguados, ganhar um pouquinho de amaciante na última água, pra não ficarem duros depois de secos - flexibilidade é importante. Precisam também ser passados, dobrados e guardados nos cabides e gavetas corretos. Nesse momento a gente descobre umas ideias que encolheram, não servem mais; outras que estão muito gastas, precisam ser substituídas; algumas tão desbotadas e puídas, mas das quais não abrimos mão; as que a gente só usa em casa, ou só em festa; aquelas que a gente nem lembrava que tinha e fica feliz por reencontrar, as que foram presente  de alguém querido. Com tudo ordenado é mais fácil saber e providenciar o que tá faltando.

É o tipo de trabalho que pode ser bem demorado. 







terça-feira, 8 de maio de 2012

das aleatoriedades IX




Em pouco menos de um mês eu recebi notícias do falecimento de duas pessoas muito queridas. De um deles eu falei aqui e o outro está em vários textos do blog, sem nomes, por motivos vários. O que me consolou é acreditar, sem hipocrisia, que a morte foi simplesmente o fim do sofrimento deles. Mentira, tem outra coisa: fiz o possível pra mostrar aos dois o quão importantes eram e, olha, a sensação é de paz. Ainda rola uma poeirinha nos olhos, mas no fim das contas a gente tem que saber perder as pessoas, e é bom que se aprenda rápido.

Há alguns dias finalmente se instalou o som da sala de TV aqui em casa. Desde a mudança que eu só ouvia música no computador e ele nem tem o som mais legal do mundo. Assim que arrumaram os treco tudo, pensei em ouvir meus discos do Mogwai quando estivesse sozinha em casa e isso foi num sábado. No domingo eu acordei, saí do quarto e percebi que tocava uma música do Mr. Beast na sala; ignorei a vontade de ir ao banheiro, fui ver do que se tratava e era minha mãe vendo um filme.
_Mãe, que que cê tá vendo, de onde é essa música?
_Bonita, né? Tava aqui botando reparo, é linda, linda. Tava vendo Criminal Minds.
_Gente, isso é Mogwai!
_Mesmo? Tô gostando. 

MINHA mãe. :D
[No próximo sábado eu assistirei ao show deles e aí falta pouca coisa pra eu poder morrer em tranquila.]


Continuo fascinada pela visão das pessoas. Não pela parte técnica, física, biológica, o escambal, mas por como cada um decide que vai ver a realidade. Vou observando e me espantando, porque sou bocó, com a catarata generalizada, é impressionante.



Outro dia observei que alguns gestos de carinho ou cuidado [não vou usar a palavra "amor" aqui, já que ela tende a ser um pouquinho distorcida] são aparentemente tão pequenininhos que a gente passa por eles sem reparar.
Uma dessas provas de carinho é, sem a menor dúvida, aquecer o pé do outro. Veja bem: quem tem pés gelados costuma sofrer com isso, principalmente durante as noites mais frias; quem os tem quentes não quer perder esse calorzinho e provavelmente ficaria bem puto se fosse obrigado a mantê-los encostados em algo com temperatura próxima do zero absoluto, como é o caso de alguns pés. Sendo assim, se a pessoa com maior temperatura pezal decide de livre e espontânea vontade aquecer os pezinhos menos privilegiados está automaticamente provando que se importa bastante com ela. 

E isso, meuzamigo, apesar de parecer uma besteirinha de nada, não é pouco.


----> Também não é pouco: hoje é aniversário da Tadsh, tigre lindo das nossas vidas e da Andrea, maricota coisa fofa. Feliz dia, suas lindas! \o/



sexta-feira, 2 de setembro de 2011

dos temas





Pensei num tema fabuloso, tinha um post todo pronto na cabeça, já com trilha sonora e tudo mais. Fiquei empolgadona, mas acontece que eu lavava a louça e não parei o serviço para anotar pelo menos as ideias principais, pra escrever mais tarde. 
Terminei de lavar e só me lembrei disso de novo à noite, quando voltava da faculdade. O que me ocorreu:
Eu tinha um post pronto na cabeça. Sobre o que era, mesmo?

Fiquei sem post. 


PÓIM!


Conclusão: lavar a louça é prejudicial ao blog. [ou não, né? Não faço a mais vaga ideia do que era o texto.]



*A música tem a função de tentar uma dança da chuva, porque olha...

segunda-feira, 13 de junho de 2011

das aleatoriedades da vida (VII)


A gente enxerga as pessoas de forma obviamente muito pessoal. Na faculdade de tradução um conceito muito utilizado era o de "visão de mundo". Cada pessoa entende as coisas baseada no seu próprio conhecimento, em sua própria vivência. Vocês se lembram da moça que não foi lá muito gentil comigo - nem eu com ela? Hoje nos tratamos cordialmente e existe até mesmo simpatia. Não sou de dar muita conversa, mas tento ser pelo menos educada com as pessoas ao meu redor e, vejam, ela até sorri pra mim. Suponho que meu cheiro tenha mudado.
Na mesma linha de pensamento, pessoas que eram parte da paisagem pularam na frente da câmara e viraram personagem de importância no filme. 

Falando em cheiro, meu olfato me surpreende mais a cada dia. Essa semana eu não vi, mas CHEIREI uma pessoa entrando na sala de aula. Tô praticamente um cachorro de caça.


As crianças daqui de casa andam impossíveis. O Ivan Filho perguntou o que era a lata [era inseticida] que estava perto da janela e a Luísa prontamente respondeu:
_É detergente de inseto, uai!

A Anna Júlia me deu o banho quando eu a corrigi, dizendo que não era tia, mas prima dela.
_Você me dá aula e eu chamo minhas professoras de tia, tia Mayra.

E teve o Miguel que, quando eu pedi que remontasse o Sr. Cabeça de Batata para guardar me respondeu, em tom apaziguador:
_Ó, você arruma aí e guarda. Amanhã eu volto, desmonto e monto de novo na hora de guardar, tá?

Teve ainda o filho de uma amiga que me disse do alto de seus 3 aninhos:
_Vou cantar Iron Man, olha: Bêin, bêin, bêin, bêin, bêin! Pãrãrããrãrããrãrã!

Ivanzinho, o ser perguntado acerda do nome de um dedo [indicador], porque estava cantando a música dos dedinhos, respondeu prontamente que o nome do dedo era:
_Dedo, uai!

Não sei se foi culpa da fome, do vinho, da companhia ou de tudo junto, mas no fim de semana eu comi a melhor pizza marguerita de todo o universo. Estava tão gostosa que beira o ridículo.

Falta pouco tempo pra eu fingir que não tenho problemas e ver gente querida por algum tempo. Se eu sumir daqui a justificativa é: vou me afogar em amor.

Aí cidadão desconhecido liga para pedir uma tradução e pergunta onde pode me encontrar para pagar o serviço:
_Pode ser na faculdade?
_Pode, onde é mais fácil pra você?
_Eu estarei na Gastronomia, lá em cima.
_Aaaah, você quer pegar os homens pelo estômago...
_??? Então, na faculdade?

Noção: não trabalham.

Outro dia eu estava na sala de aula, tentando me concentrar na leitura e falhando vergonhosamente, liguei o iPod pra abstrair a zoeira e ele me manda, ,no shuffle, uma sequência que me fez querer sair dançando pela sala como se não houvesse amanhã, nem senso do ridículo ou uma reputação a zelar.
A sequência [sim, isso foi há quase um mês e eu anotei as músicas]:

Até gostaria de ter visto as caras das pessoas se a chatinha mal humorada da classe saísse dançando estranhamente e fazendo caretas, mas resolvi poupar a todos do ridículo e continuar com cara de bunda, porque não conseguia estudar.



Semana passada o Conge alcançou mais de mil visitas semanais. Fiquei surpresa, achei insólito e tô [com meu olfato de cachorro] caçando todas essas pessoas que de repente descobriram o blog. E me perguntando por que raios o número de comentários diminuiu. Algum blogueiro experiente e sábio consegue me explicar o movimento [é SEXY! O movimento é sexy! O mamão vai na cabeça!]? O sistema de comentários não está a contento?




E essa foi mais uma edição das aleatoriedades da vida. Obrigada pela audiência.



sábado, 4 de junho de 2011

das síndromes




Abri a página de postagem, cliquei na área de texto e... esqueci o que ia escrever. Mas, assim, nem sombra passa na minha cabeça. 
Fiquei sabendo que algumas pessoas me acham revoltada. Sou revoltada não, galerë. Sou bem acomodada, pra ser honesta.
Tô com sono, mas com receio de dormir agora, depois de ter comido tanta carne e bebido tantos coquetéis "inventados" essa noite, na tentativa de achar um bom para a prova de bebidas daqui a alguns dias. Já estou entrando em clima de férias e um descanso seria muito bem vindo. Não consigo conviver com tanta gente com Síndrome do Pinto Pequeno sem me incomodar um pouco. Daí eu fui procurar em que post descrevi a síndrome e observei um furo imperdoável: aparentemente ela nunca foi descrita aqui. 
Trata-se de um problema que afeta homens e mulheres [a versão feminina pode ser chamada de Síndrome da Mal Comida], sem distinção de raça, cor, credo, região, aptidão musical, ou mesmo envergadura peniana. A pessoa infectada pela síndrome tem auto-estima muito frágil e, na intenção de disfarçar, veste a máscara do oposto. Torna-se o bambambã em qualquer recinto, mostra seu diploma de tudólogo conseguido na Universidade Paunocu de Chatice com muito mais frequência do que qualquer pessoa de bem desejaria ver, encara qualquer pessoa com uma superioridade cortante. Precisa ser aceita por um grupo e, preferencialmente, ser endeusada por essas pessoas, que obviamente pertencem a casta inferior. 
O portador da síndrome faz os mais ingênuos acreditarem que ele tem tudo sob controle quando é, na verdade, uma bomba-relógio. Não é incomum que essas pessoas enganem meio mundo antes de se ferrarem na vida, no entanto sofrem a vida inteira, sabendo que seu umbigo é imenso o suficiente para atrair a órbita de pequenos planetas e não entendendo o porquê de não haver nem um meteorozinho orbitando ali. Um belo dia ele percebe isso e vai só piorando, como se ser babaca fosse uma forma bacana de atrair pessoas para perto de si.
Você conhece um doente, tenho a mais absoluta certeza. Reconheça-o pelo tom arrogante da voz, pela experiência em marcenaria, budismo, confeitaria, empalhamento de animais, cuidado de pessoas com Arterite de Takayasu, processo de nomeação de cores de esmalte, tricô e tiro ao Álvaro, além da simpatia forçada. A falta de confiança no próprio taco foi sabiamente resumida por uma pessoa, cujo nome não citarei para não ser deselegante: "Ele tem ejaculação precoce e pinto pequeno!" Na verdade havia um terceiro elemento, que me fugiu à memória, mas taí a ideia principal. 
Dizem por aí que a cura é uma surra com vara de goiabeira, mas nenhuma prova está disponível nos anais da ciência [queria não pensar porcaria quando falo isso] e nunca foram divulgados casos de ex doentes da síndrome. 

Cuidado, meua migo. Apesar da dificuldade de contágio, algumas cepas mais resistentes já foram encontradas contaminando pessoas anteriormente bem resolvidas. Fique de olho!


E antes que você, pessoa ainda mais amarga que eu venha com aquelas conversas de "Ela tem Síndrome do Pinto Pequeno, porque tem um blog só pra aparecer", vai chupar um canavial de rôla te controla. Eu não enfio minhas opiniões na garganta de ninguém e você provavelmente não me conhece. :)





Tenho umas aventuras na manga. É cada coisa que a vida, essa caixinha de surpresas traz pra gente, viu, meusa? Cada coisa... =P

quinta-feira, 2 de junho de 2011

dos mosaicos



Essa noite, quando eu deveria estar fazendo um trabalho importantíssimo, estava na verdade conversando. Meu interlocutor é blogueiro de blog bom, que eu leio há algum tempo.
Eu vivo de observar as pessoas, né? Fiz terapia durante alguns anos e se tem uma coisa que aprendi lá foi a tentar entender o outro - se funciona, eu não sei, mas eu tento. Daí leio um monte de blogs bastante pessoais e como parece acontecer com várias pessoas, me sinto como se fosse amiga de longa data, percebo nuances nos textos e, vez por outra pergunto em off o que tá rolando, assim como algumas pessoas que nunca me viram pessoalmente fazem comigo. Bom, o fato é que esse amigo ~ virtual ~ me perguntou muito ma lata como eu o descreveria.


Descrever alguém é sempre uma coisa meio tensa. Comparações são inevitáveis e sempre rola um medinho de ofender a pessoa de alguma forma.

FIM DA PAUSA ATERRORIZANTE

Pelo jeito eu não errei muito na descrição, porque não levei bronca. Enquanto saí da frente do computador por um minutinho, pensei que o que me acontece é que eu vou pegando as coisas nos textos - neste caso - e formando um quebra-cabeça. Posso não saber onde foi que percebi pela primeira vez, os detalhes vão se aglomerando na minha cabeça se juntando na listinha mental que fica abaixo da foto do avatar da pessoa. Se é com pessoas com quem converso frente a frente, posso até esquecer a história que me contam, mas alguma coisa fica registrada e eu lá, montando o mosaico. Como eu sou dessas que senta nos lugares e simplesmente olha as pessoas, não é difícil criar histórias e mesmo sentimentos por trás do que vejo. Eu sei, é muita desocupação na vida e antes que alguém venha me mandar lavar a louça, eu aviso: posso inventar histórias absurdas enquanto as lavo. Pior ainda, mantenho diálogos com os copos. Vocês NÃO querem ver isso.
Voltando ao assunto...
Esse tal mosaico é a imagem da pessoa pra mim. Com características. Qualidades e defeitos. E algumas fotos, porque minha cabecinha é meio bizarra.

É claro que ocorrem enganos e interpretações errôneas, mas pra bom observador, meia atitude basta. 



E basta.



quarta-feira, 25 de maio de 2011

das coisas que eu tenho pra contar


  
Oi, meu nome é Mayra e eu tô aqui pra falar de coisa boa.Vamos falar da iogurteira Top Therm?! 

Tenho coisas pra contar pra vocês.

Primeira coisa: Como uma pessoa muito importante me disse que não tá conseguindo comentar no Conge, instalei o Intense Debate, então agora você pode logar com os botõezinhos aí embaixo ou simplesmente colocar o seu nominho e comentar sem logar. Pode ser que fique meio lentinho, mas devagar se vai ao longe, meusa!  Gente, isso é pra vocês comentarem, sim?

Segunda coisa: O Ivan Filho disse outro dia que queria um carrinho HOT WILSON. Vou comprar pra ele, mas ainda não achei em nenhuma loja.=P

Terceira coisa: arrumei uma infecção de garganta na semana em que eu teria que apresentar um trabalho no auditório da faculdade, ir a um show, apresentar trabalho na sala de aula e ir a uma festa em uma chácara. Quer dizer, né? O bróder do 1o trabalho disse que queria apresentar sozinho. Belê, me liberou pra ir doente ver os shows e passar vergonha com mulé mal comida e mal amada. Cês sabem que Síndrome da Mal Comida é meio que uma versão feminina da Síndrome do Pinto Pequeno, né?  Nêgo pode ter um pinto enorme e ela pode ter o namorado com o melhor serviço da cidade, que se sofrerem da síndrome, adeus. Passei carinho, fui chamada de "gostosa demais", revi um monte de gente bacana, ganhei dois sorrisos derretedores do gelo mais congelado, falei besteira e agora tô aqui com a garganta explodindo, o estômago ferrado de antibiótico e de boa na vida. Ou quase, né? Não mudei de personalidade.

Quarta coisa: Cês viram que eu tô participando de um blog culinário-gastronômico? Ele tem o sugestivo nome de Flocos Crocantes pra todo mundo completar a frase [antes e depois das duas palavras] e ficar com vontade de comer Chokito. Oh, wai, isso é um particular meu. O blog é uma colaboração entre a Luana e a Bruna, que gentilmente me chamaram pra integrar o time. Todos lê e todos come!

Quinta coisa: Finalmente coloquei aqui - e lá - o selinho do Belezhnik. Também foi colaborativo e entraram a minha irmã ruiva Joyce e meu parça de tramoias na vida, o Alesqui. Queridos, cês sabem que eu agradeço de coração, né? Pois é. Agora todo mundo copiando e colando pra espalhar, que aí eu vendo muitos caderninhos e posso viajar bastante e visitar vocês. E lembrem-se que bros amigas nós vaz breça baratinha. =D






Sexta coisa: ih, esqueci.


Sétima coisa: Agradecimento especial à Tadsh, que, não só deixa eu ser amiga do marido dela, como me deu a ideia pra fazer o post e testar o esqueminha de comentários. 



Tá bom de coisa, né? 
Boa noite. :)







quarta-feira, 6 de abril de 2011

do estilo



Depois de eras, temos aqui o selinho que a fofa Gabi me mandou. Achei bacana ela me indicar!
Consiste nessa coisinha linda, ó:





A brincadeira consiste em indicar 15 blogs, avisar a galerë e contar 7 coisas sobre mim. 
Hey, ho!

Sou uma desertora do cinema. Gosto de filmes, mas de um tempo pra cá minha concentração me abandonou sem deixar nem um bilhetinho de despedida. 
Devido a esse probleminha de concentração, praticamente não leio quando estou em casa. 
Sorrio mais do que tenho vontade.
Gosto de verdade de algumas pessoas que nunca vi na vida.
E de outras que só vi uma vez.
Tenho pesadelos constantes.
Eu PRECISO escrever. 


Agora que vocês já leram coisas desimortantes sobre mim, VEJÃO 15 dos blogs mais mais de todos:

_Sunday Sun, da minha prima adotada ;



Eu sei que tem gente aí com dois blogs, mas não posso fazer nada se umas pessoas têm mais coisas a dizer que as outras. =D
Arranjem um tempinho e leiam o pessoal. São bons, bons, muito bons! 
E não estão em ordem de NADA, só pra constar. 

Gabi, brigadíssima pela lembrança, fiquei toda honrada!



sábado, 26 de março de 2011

dos CEM



Temos [tenho, porque teoricamente eu sou a única autora deste blog] cento e um seguidores.

É um número bem surpreendente pra mim, sabem? Nunca imaginei que cento e uma pessoas se dispusessem a apertar o botãozinho de "seguir este blog publicamente", porque, na realidade, quando eu comecei a escrever aqui, era como se eu passasse pro computador as coisas que eu já escrevia nos cadernos, nas agendas, nas beiradas de textos da faculdade desde que eu fazia, sei lá, 5a série. Eram textos escondidos, refletindo sobre mim mesma e a forma como as coisas às vezes tomam rumos inesperados. 
Pois bem. O Congeminemos tomou um rumo inesperado. De experiência passou a quase terapia. Acredito que eu tenha melhorado, quando comparo textos do início do blog com os de agora, e tenho sido menos óbvia quando falo de mim mesma, apesar de algumas pessoas sempre sacarem quando sou eu, quando é algo que eu ouvi e quando é simplesmente um texto inventado. É terapia, porque existem essas pessoas que lêem e comentam e dizem o que pensaram, o que entenderam e mesmo me dão conselhos. Sem medo de ser clichê e besta: é uma conversa de amigos! E de bons amigos.
Várias pessoas entraram no meu convívio pelo Conge, ou por comentários meus em seus blogs e comenta aqui, comenta ali, adiciona no Twitter, manda um email, gtalk, telefone, manda um presente de aniversário! Essa internerds, falsamente acusada de afastar as pessoas é a casa onde eu encontro quase diariamente meus amigos. As pessoas que eu conheço pessoalmente e que, por alguma razão não vejo com frequência e as que eu nunca vi na vida, cujas vozes nunca ouvi, mas que, quando encontradas pela primeira vez, se dão o trabalho de me buscar num aeroporto longe pra burro, ou nem me deixar ver a conta do rodízio de empadas. 
Essas pessoas, por menos que minha avó entenda, são parte da minha vida. Lêem minhas lamúrias e meus ataques de piadas ruins, percebem quando as coisas não vão tão bem e vibram com notícias boas. 
Cento e uma pessoas. 
Nem todo mundo comenta e, acredito, muitos dos seguidores nem aparecem aqui com tanta frequência, mas eu sei de gente que não tá ali no quadradinho e vem visitar o Conge de vez em quando. 
Vocês, seus LYDNOS, são muitos. E por algum motivo obscuro parecem gostar daqui.
Eu só tenho a agradecer. 
Pela força, pelas piadas, pelo feedback, pela presença, mesmo. 

Ó, pra provar que tem gente que gosta daqui, vou mostrar o selinho que a Ericka me mandou:


Conteúdo E pimenta? *_____*
  

E ainda preciso fazer o meme pro qual a Gabi me indicou, com outro selinho coisa fofa! Me sinto toda importante com vocês?
Essa semana um amigo me chamou de subcelebridade do Twitter [era um elogio, só pra constar]. Discordo, porque acredito que faltem ainda umas mil pessoas me seguirem preu chegar no nível de subcelebridade twítica, mas, olha, é muita gente lendo as abobrinhas que eu falo! E a culpa de tudo é o blog. Começou tudo aqui. =D
Tô ficando sentimental, vejam bem. Preciso parar. 
Cês entenderam o recado, né? 
Muito, muito obrigada pela companhia!



quarta-feira, 23 de março de 2011

dos resultados!



Então é o seguinte:
Eu dei uma semana pra vocês virem aqui, seguirem lá e concorrerem a três cadernetas do Belezhnik
Dezesseis pessoas comentaram no post [acho que esse é o recorde do blog. =P], mas só onze comentários foram validados pela banca de juízes e fiscais que promoveu o concurso. O Ticoliro queria que todos valessem, mas o Jorge, mais exigente, vetou quem não cumpriu as regras com precisão. Seguimos portanto, com as regras estabelecidas e temos como concorrentes:


 
Dá pra ler, né?




Abri o random.org e joguei de 1 a 11 [no print ficou faltando o avatar da Maiara, minha Quase xará]. O primeiro número que saiu foi...

O número de sorte da Lê!
 04 é o número do comentário da Letícia, nosso sol de domingo. 

Daí tivemos o número 10.


A vez do Ceará!

 E foi a sorte da Alana, queridinha que me lê lá longe, onde os dias são quentes e o mar também!

 O último número a sair foi, pertinho, pertinho, o 9.

São Paulo marcando presença.


E a sorte foi da Giu, linda, linda, que teve até torcida no twitter essa noite.


Meninas, tem DM pra vocês, por favor, respondam rapidinho. E aceito fotos das ganhadoras com seus caderninhos, hein?
Quem não ganhou [Aaaaaaaah!] pode encomendar o seu, pra não ficar diferente dazamiguë, né?
E a todo mundo que tem me ajudado com a divulgação, um gigante MUITO OBRIGADA! Quem tem vocês não precisa de mais nada nesse mundo. 


Voltamos à nossa programação normal. =D





domingo, 20 de março de 2011

do tempo de agora



A Tadsh, coisinha linda da minha vida, me indicou num meme bem legal. Brigada por se lembrar de mim, querida! Eu gosto dessas coisas de perguntinhas e questões aleatórias.


 Depois de um quarto de século vivido...

Eu sou... insatisfeita
Eu quero ser... tranquila [também].
Na minha casa... eu costumo ficar em paz.
Eu encano com... as verdades que eu juro que existem.
E acredito em... honestidade.
Tenho medo de... não me satisfazer nunca.
Acho graça em... coisas bobas.
Choro com... tudo que me toque de alguma forma.
Não vivo sem... oxigênio?
Tenho mania de... me retrair.
Meus três melhores amigos são... amigos.
Eu tenho como heróis... minha mãe e  meu avô.
Meu sex symbol... é sexy.
O amor é... .
Meu livro de cabeceira é... bonito.
Meu vinil preferido é... Led Zeppelin IV.
Meu sapato favorito é... All Star branco de couro.
No meu armário não falta... alguma coisa pra deixá-lo cheiroso.
Minha balada preferida... longe da balada.
Minha luta é... descolar uma amnésia.
Meu maior fora foi... não ter ido para a Polônia.
Minha bola dentro... ainda não sei.
As pessoas acham que... eu sou séria demais.
Mas eu juro... que tô zoando com a cara delas.
O que eu mais ouço... "não é assim".
Eu me sinto livre... quando saio pra andar e não vejo conhecidos na rua.
Rezo por/para... não sentir tanta falta.
Meu ponto fraco... minha memória.
Meu grande charme... diga você.
No chuveiro, eu canto... cada dia uma coisa diferente.
De madrugada, eu... estudo, penso, escrevo, leio, cozinho, fico sozinha.
Meu meio de transporte é... o que me levar.
Eu tenho ilusão de... disfarçar bem.
Se alguém disser que eu serei presidente... sentirei pena. 

Passo a bola para Alana, Giu, Ana Flávia, Livia e Natália e a quem mais se interessar por essas coisas de meme e perguntinhas. :) 

terça-feira, 15 de março de 2011

das grifes



Olá, anotativo leitor!

Tem uma coisa rolando e é a seguinte: como todos alguns de vocês se lembram, minha mãe faz aqueles caderninhos bem legais. Certo? CERTO? Agora os cadernos têm grife! E com um nome bem bacana: BELEZHNIK. 
Belezhnik é uma palavra em húngaro que significa... caderno. Sou poliglota? Sei usar o Google Translator? A palavra tem um quê de BELEZa? Soa bem? As pessoas vão consegur falar isso? Essas são questões que ficarão em nossas mentes e só o tempo, esse cretino amigão, irá responder.
Outras perguntas, no entanto, eu posso responder agora. A saber:

P: Sua mãe continua fazendo os cadernos?
R: Sim. De vez em quando eu ajudo, mas prometo não derrubar suco de amora na mesa outra vez.

P: Vocês têm um blog de verdade, ou só ficam aproveitando o espaço do Congeminemos?
R: Temos um blog, com o criativo nome de BELEZHNIK, que até o momento só tem um post e ainda é copiado do que eu fiz pro Conge, mas vale como blog, ok? Ok.

P: Cê vai copiar esse post pra lá também?
R: Claro que vou. Essa semana eu tenho um trabalho sobre a influência portuguesa no País pra apresentar, preciso cortar o cabelo, comprar tecido pra fazer umas bandanas [serei uma gastrônoma com bandana de caveiras. muuaaah], dar uma passadinha na costureira e cortar muitos quilos de batata. Não dá tempo de fazer outro post, né?

P: Quem fez aquele banner absurdamente lindo e fofo?
R: A mesma pessoa que fez a minha menininha aqui, a queridíssima irmã ruiva Joyce.

P: Ouvi dizer que você fez um flickr só pros cadernos, como se o seu já não fosse só pra isso. Como você explica esse exagero de informação?
R: É que Congeminemos não é uma palavra das mais comuns. Nem Belezhnik, né? Daí eu pensei que se fizesse tudo com o mesmo nome, facilitaria a vida dos meus clientes desmemoriados - nem todos são, mas se eu já tive que refazer a senha do gmail 4 vezes essa semana, quem garante que as pessoas se lembrem de palavras bizarras?.Facilita, não facilita?

P: Como assim, tudo? Cê fez mais alguma coisa com esse nome?
R: Eu sou incansável, né? Fiz e-mail, Twitter e Orkut até o momento. Pode ser que mais pra frente saia um Tumblr também, mas vamos ver. Desse jeito a vida virtual dos cadernos tá mais agitada que a minha.

P: Cê não acha que esse desfiado da sua calça, na altura da coxa, tá grande demais, não?
R: E que raios isso teria a ver com cadernos?

P: Não sou eu quem faz as perguntas aqui?
R: Tá bom, tá bom. Mas atenha-se ao conteúdo, por favor.


P: O que sua mãe acha desse tipo de divulgação?
R: Olha, eu espero que ela goste, porque escrever asneira é a única coisa que eu faço com algum nível de confiança, além de bolo de limão e risoto. A gente trabalha com o que tem.


P: Algum famoso já comprou caderno de vocês?
R: Claro! A Cachorra manca,  Letícia, a Cris, a Marina, a outra Marina, o Heitor e a Solin, além da Lilian, que, preciso dizer, é provavelmente a pessoa mais famosa de São Paulo. Dá uma checada: ela é amiga de todo mundo. Eu tô esquecendo de alguém, mas, por favor, entenda, a essa altura da vida já não há memória que me aguente.

P: A não ser pelo Heitor, todo mundo aí mora em cidades diferentes, né? Qual o processo?
R: Aqui no Brasil existe essa coisa avançadíssima chamada Correios e Telégrafos. Duvido que eles ainda usem os telégrafos, mas não ligo. Acho um nome eloquente. Eles dão uma mãozinha na hora de entregar. Cobram uma ajuda de custo, mas nada muito alto.

P: Quer dizer que vocês vendem pra fora?
R: Isso me parece uma pergunta capcioosa, manda outra.

P: Não, acho que já tá tudo aí. Se algum potencial comprador tiver dúvida, deve se dirigir a quem?
R: A mim, aqui no blog, no meu Twitter, Facebook, ou e-mail, ou ainda, a mim, mesma no blog, no Twitter, no Orkut e no e-mail da Belezhnik.

P: Certo. Quer deixar um pensamento pros leitores se deliciarem com a sua sabedoria e conhecimento de frases fodas atribuídas erroneamente a filósofos e escritores?
R: "A vida, sem cadernos, seria um erro". É do Nietzsche.

P: Ok, Boa noite e muito obrigada pela entrevista encantadora.
R: Por nada. Não esquece de revisar o português, viu?


Taí. Se alguém tiver alguma outra pergunta, já sabe onde procurar a resposta.

Agora vem o legal, leitores queridinhos. 
Eu peço que vocês compartilhem, divulguem e colaborem pro ESPALHO da Belezhnik e, em troca, daqui a uma semana, eu sorteio 3 cadernetas pra 3 pessoas que comentarem aqui e seguirem .



É legal, não é?
Diz que sim,  vaaai!

Siiiiiiim?




segunda-feira, 7 de março de 2011

dos filmes que trazem sensações estranhas



Com muitos meses de atraso, devido à minha extraordinária falta de concentração aliada a um computador que resolveu estragar, acabo de assistir Exit Through The Gift Shop, mais conhecido como "o filme do Banksy". Depois de alguns [vários] minutos daquele fracês bem chato, comecei a me perguntar onde tava o cara. O cara. 
Pra bancar a hipster e me explicar melhor, vale uma informação: logo na época em que comecei o blog, lá em 2007/2008, vi a foto da menina do balão. Não me recordo onde, nem quem me mostrou, apesar de acreditar que tá registrado em algum lugar do falecido fotolog que eu mantinha na época. Artes visuais não são exatamente a minha praia e, na verdade, eu sou bem tapada pra elas, mas a imagem me ganhou de tal forma, que fui atrás de ver mais coisas do artista. Essa foto ficou muito tempo colada na porta do meu quarto, era meu papel de parede no computador [de vez em quando volta pra cá], e você, leitor atento que observa os detalhes nem tão pequenos, já deve ter notado que o banner do blog é absolutamente, e sem vergonha nenhuma, baseado nela. 

 There is always hope


Não precisamos mais nos delongar [alôoo, Júlia Helena!] em explicações, né? Né. Então tá.
Voltando ao filme...
Fiquei lá esperando, meio que perdendo a paciência, aí falaram do Invader, do Shepard Fairey, responsável por aqueeela imagem do Obama, lembra? Mostraram alguns outros artistas e PÃM! Aparece um stêncil do Banksy.

~ PAUSA DRAMÁTICA ~ 

Sabe quando você conversa muito com alguém, gostar e se habitua à voz dessa pessoa, daí por alguma razão o contato é cortado e tempos depois, num reencontro, à primeira sílaba falada você sente um conforto que nem se sabia ter perdido? Foi isso que aconteceu comigo assim que começaram as imagens de obras do cidadão. É a mesma coisa que rola com algumas bandas: fico muito tempo sem ouvir e, quando as escuto novamente, sinto como se estivesse chegando em casa depois de um dia cansativo.
Redescobrimentos.

Ai, cê achou que eu ia fazer um RENEW? Desculpa. =x
Era só isso que eu tinha para o momento. 
Voltemos aos afazeres carnavalescos.





But beware. 
There's an elephant in our room.