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segunda-feira, 21 de setembro de 2009

de ser comum



E de repente, não mais que de repente, descobri que sou muito é comum. Não em tudo, já que algumas das minhas chatices não se acham em qualquer esquina (que deus é pai, não é padrasto). Ao contrário da maioria das pessoas que conheço, prefiro Passatempo sem recheio; como rúcula diariamente, porque adoro o sabor, o cheiro e a textura; não me sento na minha cama com "roupa da rua" e sou viciada em hidratante (é, eu o uso segundo a sugestão do fabricante, antes que me perguntem. Sou viciada em passar hidratante, especialmente nas mãos). Anyway o assunto era ter me assumido comum num aspecto muito caro da minha vida: música. Caro, sim. Sabia que voltei de São Paulo com três reais no bolso, aham, tê-reis reais, porque comprei um CD que me custou todo o meu dinheiro, mais dois dentes? E mais uma parte, que foi presente. Pois é. Caríssimo.
Certo, ok. Eu gosto de algumas bandas não tão conhecidas, no entanto, os hits sempre me pegam. Exercem sua função de espalhar o caos e os refrões grudentos na cabeça das gentes. Até hoje a única música do Goo Goo Dolls de que gosto é Iris; Black me emociona; Man In The Box é das preferidas. Eu gosto de Pierrot (prontofalei). Everlong e Nothing Else Matters sempre estão nas playlists. Não escuto mais Kiss, mas ainda balanço a cabeça e bato o pé ouvindo Rock 'n Roll All Night. Stairway to Heaven. Teardrop. Black Hole Sun. The Widow. Under The Bridge. Apesar de Paciência ser a música mais tocada do Leoni Lenine, ouço e me delicio como se apenas eu a conhecesse. Descobri que She está em trilha sonora de filme famoso (e descobri que é coisa do Elvis Costello. Oi, Tadsh! Brigada, viu?) e não me importei muito com isso, até porque nem vi o filme. 3 Libras me faz cantar, mesmo triste.

A princípio pensei que fosse culpa da mídia, mas me dei conta de que praticamente não vejo TV e a única rádio que escuto é online, com meus artistas pré-determinados. O fato é que nesse aspecto (e gosto de pensar que esse ponto é excessão) eu sou comum. Quase dolorosamente comum.




7 comentários:

Carina disse...

rsr faltou Perl Jam - Black e Alive nessa sua lista ai rsrs


tu é comum?

normal... se bem q vivemos numa sociedade onde a gde maioria nao qr parecer comum... rsrs

Mas se vc é comum Parabens! tu é um achado.. raridade.!

=*

Joyce Pfrimer disse...

Não é tão ruim ser comum, eu tb sou....e ao mesmo tempo não (que Caetano foi isso! haha!)
=D

Toni Barros disse...

Mas qual foi o CD que você comprou, afinal? The Bends?

E She é coisa do Charles Aznavour (1974), a versão do Costello saiu só em 1999.

E pra mim você não parece comum.

seu gordo disse...

podemos ser ate comum mais temos que ser mutantes em evoluçao diaria desculpa a intromisao rsrsr boa semana pra ti

Cachorro de 3 pernas disse...

Ah, vc já notou que é comum num meio pequeno, né? Ser comum, massivamente comum, seria gostar de Destiny Childs e afins... ou, dependendo do lugar (lá no pará, por exemplo) seria gostar de Fruto sensual.. hauahuah

Ana Cláudia disse...

oieeee!!!
Obrigada pela receptividade, então tava com saudade de voces tambem, li seu post e se você é comum eu também sou, mas o que mais temos em comum então é o bom gosto uai, essas musicas sao otimas! hauihauiah
Fiquei assim tambem depois de ler um livro, daqueles tipo "auto ajuda" que falava que Dave Mathews Band é cliche de namoro... pow.. e eu me achando muito originalmente in love! haiuhauiahuiah
beijaoooo

Tati disse...

Acho que não é ser comum. Essas músicas fazem tanto sucesso e são hits por que são boas. E você, como boa apreciadora de música que é, descobriu elas sem precisar da mídia para isso. Descobriu que elas são boas por si só. Isso é ser comum? É não. Para mim você não é comum, é rara!

;o****