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terça-feira, 22 de setembro de 2009

das paixões infantis


Eram 3 meninas na sala da casa do avô, pós almoço de domingo, assistindo a Branca de Neve e os Sete Anões. Numa escadinha de idade: quatro, cinco e vinte e três anos.
A mais nova, recostada na mais velha, diz, por alguma razão ainda obscura a esta que vos escreve:

_Meu irmão (mais novo) não me deixa brincar com os brinquedos dele.
Perguntou-se o porquê, houve a lição de moral (todo mundo tem que deixar todo mundo brincar com os brinquedos de todo mundo) e a mocinha com meia década de vida fala em tom carregado de lamúria:

_Meu irmão não me deixa brincar com os meus brinquedos!

Tentativas FRUSTRADAS de disfarce incluem nome e carinha de anjo.


E tem a história da menininha (é, é uma das duas ali de cima) que se apaixonou pelo cardiologista, porque ele é cor-de-rosa.
Fato que lembrou uma oooutra menininha da mesma família. A moçoila não se desgrudava da mãe, daquele tipo que não ia dormir na casa da prima, porque não aguentava ficar longe da momõe. Bom, ela foi ao médico (também um cardiologista... Acho que preciso visitar um pra saer de qual que é) quando tinha 3 anos de vida e, assim que o dotô, famoso por ser simpático, se abaixou para abraçar a criança, ela vira para a mãe e dispara:
_Pode ir trabalhar, mamãe. Depois você me busca aqui.


Quer dizer... Vou matar?
Nãaaaaao!

4 comentários:

Joyce Pfrimer disse...

eu acabo com os lábios de tanto q eu mordo na tentativa de me conter pra não morder essas coisinhas! haha!

=P

Cachorro de 3 pernas disse...

Esse cardiologista deve ser muito gato, véi!

R.R. disse...

aneeeem...
juro que pra poder aperta esse nenem eu encarava vira cardiologista!!
iauhaiuhiauhiua

;***

Tati disse...

Eu adoooooooooro as histórinhas da sua família. Juro. Adoro demais.

;o***********