.
.
.
.
.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

dos filmes



Oi, bom dia com licença, levantem os pezinhos, por favor, que isso aqui anda muito empoeirado, preciso passar esse rodinho-esponja muito sensacional que custou os olhos da cara, mas já foi visto por menos de 20 contos na 25 de Março.
Obrigada pela colaboração. 

Eu sei, é muito tempo e tem um monte de coisa guardada nos rascunhos, mas hoje eu vim aqui falar de coisa boa, vamos falar da iogurteira Thop Therm filmes. A Tati, coisa linda da minha vida, gentilmente me apontou pra fazer um meme [eu gosto de memes, bëygoz] que pede a indicação dos 5 filmes da vida do cidadão. Eu ando meio desligada de cinema há uns... 10 anos, aproximadamente, mas tenho tido ajuda de gente muito linda pra voltar a ver filmes. É claro que eu não fiquei todo esse tempo sem ver um filminho, mas poderia ter ido mais vezes ao cinema. Outro ponto importante nesse negócio é que eu tenho muita dificuldade pra escolher o meu ítem favorito entre vários similares. Não há dificuldade alguma em apontar a mãe, a irmã, ou a afilhada favoritas, escolher uma das avós, por outro lado, já me coloca contra a parede e eu fico meio zonza, começo a suar frio e--
então! Cinco filmes de que eu gosto muito, muito, muito mesmo [em ordem de nada]:



 Always look on the bright side of life 

Assisto esse filme desde que era criança, sem fazer a menor ideia do que seria o Monty Phyton, vejam bem. Tínhamos uma cópia gravada mais ou menos em 1990, num Corujão da Globo.
A história conta a vida desse rapaz seminu aqui em primeiro plano, o Brian, que foi confundido com o Messias, pobrezinho. O mais interessante pra mim é rir das mesmas piadas de que ria quando eu era criança e agora rir de outras. 
Curiosidade: [SPOILER ALERT!] eu achava na cena em que o Brian vai parar numa nave de alienígenas, alguém havia mudado o canal da TV e provocado uma interferência no filme, afinal, é óbvio que na época de Jesus não havia ETs com naves tão modernas. 



é normal ser estranho

Li alguma coisa a respeito dessa animação no G1 e fui correndo baixar. Demorei à beça pra achar, fucei um monte e quando finalmente assisti, fiquei embasbacada. É bonito e dá um choque de realidade na gente, bota a galera pra pensar na vida e ficar triste por uns minutinhos. Definitivamente não é uma animação pra crianças, embora a Luísa tenha gostado bastante. A animação em stop motion conta como uma menininha da Austrália começa a trocar cartas com um cara de Nova York, que acaba virando seu amigo. 




Uuuuh, and that's a bingo!

Esse eu fui ver no cinema, só porque era o Tarantino. Ainda que o filme não tivesse o Brad Pitt fazendo um sotaque sensacional, a alemoa dando show de boniteza, o Eli Roth com cara de atormentado, a Mélanie Laurent mais atormentada ainda, o Cristoph Waltz sendo foda, foda, foda, teria Michael Fascinaçãosbender fazendo cara de lindo todo engomadinho na farda. Convenhamos que isso já vale. Ah, oi, falar sobre o filme? Acho desnecessário, duvido que alguém por aqui não o tenha visto.



Você nunca teve amigo assim!
 
Rasa, infantil, retardada. O filme saiu em 92, numa época em que eu achava simplesmente o máximo ser descendente de árabes. Não me perguntem o porquê. Acontece que eu vi o filme no cinema, foi emocionante, a musiquinha do Gênio me contagiou e até hoje eu assisto e canto danço passando vergonha e sei todas as falas.



  Daffodils! 

Ok, se me perguntam qual é o meu filme preferido, sempre respondo Peixe Grande. É doce, engraçado, bonito e cheio de coisinhas pra gente aprender. Ewan Coisa Linda McGregor faz Edward Bloom, um cara que era um peixe grande demais para o lago em que vivia. O filme é uma coletânea de histórias, que vão sendo costuradas, os personagens reaparecem aqui e ali e as invenções de Ed se misturam à realidade. A fotografia é belíssima e a trilha sonora é ótima e... tem uma música do Pearl Jam feita, segundo Eddie Vedder, a pedido do Tim Burton para os créditos finais [aí um belo dia a gente descobre que ele fez a música pensando no melhor amigo, que tinha acabado de morrer; aí em outro belo dia o hôme canta isso na sua frente, com a voz meio embargada. Beijo pras lágrimas]. Big Fish brinca de ser leve, mas nem sempre é, depende apenas de como se quer ver. Ainda por cima é filme de pai, não posso com filme de pai.
Em tempo: este é o único caso conhecido [por mim] de filme absolutamente superior ao livro.